domingo, 16 de outubro de 2011

Síndrome de mim mesma: Danilo Gentili (amor impossível) e Amanda Ramalho

Síndrome de mim mesma: Danilo Gentili (amor impossível) e Amanda Ramalho

De fato, infelizmente a aparência importa e muito, porem acredito que todos tem uma qualidade, é possível que o Danilo esteja tirando uma para ter mais publicidade, porém é um relacionamento engraçado e até provável afinal opostos se atraem, um comediante com uma menina mal humorada, acho cômico mais não acho ela feia, acho que muita gente que se enquadra em um padrão de beleza ditado pela sociedade são horríveis por dentro, um exemplo são essas alpinistas sociais e prostitutas que tem até mesmo nesse programa de tv (Pânico), sobre o Danilo ele tem as qualidades dele, não conheço pessoalmente encontrei com ele uma vez, mas achei ele bem ponderado falamos pouco mas ele me parece um cara tranqüilo.Viva o amor!!!! Espero que seja verdade.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Tudo é esquecido

Eu percebi algo muito interessante, tudo que acontece é esquecido quando tem um outro problema mais grave ou futebol e carnaval.
Em 2008, teve um problema de enchente em Santa Catarina olha só o que aconteceu...

Marco Aurélio Braga | marco.braga@an.com.br
Um empresário de Rio Negrinho, Planalto Norte de Santa Catarina, foi preso na madrugada desta terça-feira acusado de vender donativos destinados aos atingidos da enchente (novembro de 2008) em Ilhota.

A Polícia Civil apreendeu mais de 330 mil peças de roupas e alimentos que foram doados para a Prefeitura de Ilhota. Segundo informações da PC, o empresário pegou o material como doação e levou para um depósito particular em Rio Negrinho, onde revendia as peças para a população por R$ 1,00 — tipo um brechó.

Ismael Evelson Ratzkob, 37 anos, teve a prisão temporária decretada pela Justiça. A operação da polícia iniciou às 6 horas. Policiais civis e militares foram até o local com mandado de busca e apreensão.

http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18&section=Geral&newsID=a2515398.xml

Festa da Carne,libertinagens e licenciosidades

O Carnaval na verdade não passa de uma desculpa para se agir da forma mais vulgar possível, deixando de lado os princípios e a dignidade principalmente das mulheres, no carnaval tudo que é mais baixo se torna normal, tudo é perdoado até mesmo a vulgarização do corpo feminino, na verdade é apenas uma desculpa para se agir como animais sem pudor nenhum, se esquece de tudo, das catástrofes,impostos caros,miséria, e corrupção a mídia não fala em mais nada como se tudo no país se resumisse apenas em quem é madrinha de bateria,sinceramente parece que vivemos em um país perfeito sem problema nenhum.

 O CARNAVAL PAGÃO(Do século VII a.C. ao século VI d.C.)


O Carnaval Pagão começa quando Pisístrato oficializa o culto a Dioniso na Grécia, no século VII a.C., tornando a festa urbana, e termina quando a Igreja adota oficialmente o carnaval, em 590 d.C.

O SEGUNDO CENTRO DE EXCELÊNCIA DO CARNAVAL
O Segundo Centro de Excelência do Carnaval desenvolve-se na Grécia e em Roma, entre os séculos VII a.C. e VI d.C. Com as sociedades já organizadas em castas e rígidas hierarquias, com a nobreza, o campesinato e os escravos nitidamente separados por classes sociais, acentuam-se as libertinagens e licenciosidades, provocadas, ao que se supõe, pela necessidade da criação de válvulas de escape (era o culto ao corpo sem culpa, da filosofia escolástica). Sexo, bebidas e orgias incorporam-se, definitivamente, às festas
que, juntamente com o elemento processional e a inversão de classes, compõem o modelo que alguns autores consideram o fulcro estético e etimológico
do carnaval.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Esse mundo nos deturpa

Esse mundo nos deturpa de uma forma, que perdemos nossa identidade,e as vezes precisamos que alguém simplesmente diga da forma que nos vê para não sermos maus e tentar melhorar de alguma forma.


The Logical Song

Supertramp



 

 

 

 

 

 

 

A Canção Lógica

Quando eu era jovem
Parecia que a vida era tão maravilhosa
Um milagre, oh ela era tão bonita, mágica
E todos os pássaros nas árvores
Estavam cantando tão felizes
Oh alegres, brincalhões, me observando
Mas aí eles me mandaram embora
Para me ensinar a ser sensato
Lógico, oh responsável, prático
E me mostraram um mundo
Onde eu poderia ser muito dependente
Doentio, intelectual, cínico

Tem vezes, quando todo o mundo dorme
Que as questões seguem profundas demais
Para um homem tão simples
Por favor, me diga o que aprendemos
Eu sei que soa absurdo
Mas por favor me diga quem eu sou

Agora cuidado com o que você diz
Ou eles vão te chamar de radical
Um liberal, oh fanático, criminoso
Você não vai assinar seu nome?
Gostaríamos de sentir que você é
Aceitável, respeitável, apresentável, um vegetal!

A noite, quando todo o mundo dorme,
Que as questões seguem tão profundas
Para um homem tão simples
Por favor, me diga o que aprendemos
Eu sei que soa absurdo
Mas por favor me diga quem eu sou

Romantismo

Hoje acordei um pouco romântica, só um pouco Edit, Jack Bell e Charles para alegrar o dia.

Charles Aznavour

La Bohème



La Bohème Charles Aznavour
Je vous parle d'un temps
Que les moins de vingt ans
Ne peuvent pas connaître
Montmartre en ce temps-là
Accrochait ses lilas
Jusque sous nos fenêtres
Et si l'humble garni
Qui nous servait de nid
Ne payait pas de mine
C'est là qu'on s'est connu
Moi qui criait famine
Et toi qui posais nue
La bohème, la bohème
Ça voulait dire on est heureux
La bohème, la bohème
Nous ne mangions qu'un jour sur deux
Dans les cafés voisins
Nous étions quelques-uns
Qui attendions la gloire
Et bien que miséreux
Avec le ventre creux
Nous ne cessions d'y croire
Et quand quelque bistro
Contre un bon repas chaud
Nous prenait une toile
Nous récitions des vers
Groupés autour du poêle
En oubliant l'hiver
La bohème, la bohème
Ça voulait dire tu es jolie
La bohème, la bohème
Et nous avions tous du génie
Souvent il m'arrivait
Devant mon chevalet
De passer des nuits blanches
Retouchant le dessin
De la ligne d'un sein
Du galbe d'une hanche
Et ce n'est qu'au matin
Qu'on s'asseyait enfin
Devant un café-crème
Epuisés mais ravis
Fallait-il que l'on s'aime
Et qu'on aime la vie
La bohème, la bohème
Ça voulait dire on a vingt ans
La bohème, la bohème
Et nous vivions de l'air du temps
Quand au hasard des jours
Je m'en vais faire un tour
A mon ancienne adresse
Je ne reconnais plus
Ni les murs, ni les rues
Qui ont vu ma jeunesse
En haut d'un escalier
Je cherche l'atelier
Dont plus rien ne subsiste
Dans son nouveau décor
Montmartre semble triste
Et les lilas sont morts
La bohème, la bohème
On était jeunes, on était fous
La bohème, la bohème
Ça ne veut plus rien dire du tout


La Bohème (tradução) Charles Aznavour Revisar tradução Eu o falo de um tempo
Que os menos de vinte anos
Não possam saber
Montmartre naquele tempo
Pendurava suas lilás
Até sob nossas janelas
E se o humilde mobiliado (quarto)
Que nos serviu de ninho
Não pagava uma mina
É lá que a gente se conheceu
Eu que chorava miséria
E você que posava nua

A boêmia, a boemia,
Isso queria dizer: a gente é feliz
A boêmia, a boemia,
Nós só comíamos um dia em dois

Nos cafés vizinhos
Nós éramos alguns
Que esperávamos a glória
E apesar da miséria
Com o estômago oco
Nós não deixamos de acreditar
E quando alguma taverna
Contra uma boa comida quente
Nos levava uma tela
Nós recitamos versos
Juntos ao redor do aquecedor
Esquecendo do inverno

A boemia, a boemia
Isso queria dizer: você é bonita
A boemia, a boemia
E nós tivemos tudo do gênio

Freqüentemente me acontecia
Diante do meu cavalete
Passar noites brancas
Retocando o desenho
Da linha de um peito
Da curva de um quadril
E isto só pela manhã
A gente se sentava finalmente
Antes de um café com creme
Esgotados mas deliciados
É preciso que a gente se ame
E que a gente ame a vida

A boemia, a boemia
Isso significava dizer que se tem vinte anos
A boemia, a boemia
E nós vivíamos do ar do tempo

Quando ao acaso de dias
Eu vou dar uma volta
Ao meu antigo endereço
Eu não reconheço mais
Nem paredes, nem ruas
Que viu minha mocidade
Do alto de um escadaria
Eu procuro o atelier
Do qual mais nada sobrevive
Da sua nova decoração
Montmartre sempre triste
E as lilás morreram

A boemia, a boemia
A gente era jovem, a gente era louco
A boemia, a boemia
Isso não quer dizer absolutamente nada

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Apenas Instinto


Eu estou pensando, como nós seres humanos somos cruéis uns com os outros, passamos o ano pedindo paz, mais isso é ilusão, pois quando tivermos a paz absoluta não iremos está satisfeitos, então vamos desejar um pouco de caos. Somos seres destrutiveis o que é uma pena, mas é instinto

domingo, 16 de janeiro de 2011

Falando em Seres Humanos

Essa semana assisti um filme interessante, quando olhei me pareceu apenas mais uma história em quadrinhos passada para  a grande tela, mais logo percebi que é um filme que aborda seriamente o comportamento humano destrutível, e compreendi o quanto o ser humano não faz a mínima diferença para o universo e o quanto nos sentimos superiores a qualquer ser que aqui habita, porém apenas não passamos de animais que tem prazo de validade aqui nesse planeta. O ser humano está apenas se destruindo e iremos habitar esse planeta azul por menos tempo que os dinossauros.Falo isso por que estamos em era de destruição de princípios e caráter  e logicamente isso também é ligado a natureza que a cada ano cobra um preço muito caro por falta de escrúpulos e apoiado em muita ganância de nossa raça. O nome do filme é "Watchmen" faz críticas de uma forma filosófica mas bate fundo em nosso ego, espero que gostem e compreendam que não somos nada nesse mundo, podemos ser comparados com gafanhotos em uma plantação.